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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dilma sanciona lei que reconhece música gospel como manifestação cultural


Dilma sanciona lei que reconhece música gospel como manifestação cultural

Empresas que realizam shows evangélicos poderão se beneficiar da Lei Rouanet

Dilma sanciona lei que reconhece música gospel como manifestação cultural
A presidente Dilma Rousseff sancionou na segunda-feira, 9, a lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural passando a ser considerada como uma gênero musical oficial assim como o samba, o hip hop e o sertanejo.
Com a aprovação de presidente, a proposta que já foi aprovada no Congresso, dá aos cantores, pastores e padres que são representantes da música cristã o direito de receber o benefício de isenção fiscal da Lei Rouanet.
Sendo assim produtoras que trabalham com esse gênero musical poderão se beneficiar desse programa ligado ao Ministério da Cultura, com exceção das igrejas. Instituições religiosas não poderão receber isenção fiscal por promover eventos musicais.
A proposta é de autoria do ex-deputado federal bispo Robson Rodovalho (PP-SF), um dos fundadores da Igreja Sara Nossa Terra, o objetivo era dar a credibilidade devida ao gênero musical que tem crescido nas últimas duas décadas.
“O cenário gospel está diversificado com a formação de bandas de evangelismo a bandas de louvor e adoração, com os mais variados ritmos desde rock, axé, funk, forró até baião, disse o bispo na época que apresentou o projeto.
Com informações Extra

Autora fala sobre a experiência de escrever a Minissérie “Rei Davi” na Record


O romantismo estará presente em quase todos os episódios, mas fases polêmicas da vida de Davi também serão interpretadas


Autora fala sobre a experiência de escrever a Minissérie “Rei Davi” na Record
A autora da minissérie “Rei Davi”, Vivian de Oliveira, que estreia no dia 24 de janeiro na Rede Record comentou para um programa da IURD TV como foi a experiência de escrever uma história baseada na vida de um dos personagens mais marcantes da Bíblia.
A participação da autora aconteceu na segunda-feira, 9, às 11h, e no espaço oferecido pela TV virtual da Igreja Universal do Reino de Deus Vivian pode explicar como foi feita a adaptação da história bíblica. “Eu tentei colocar as partes principais, como o momento em que ele foi ungido por Deus, quando entrou no acampamento de Saul e a luta contra o gigante Golias,” adianta a profissional.
Para poder fazer com que a história parecesse o mais real possível a autora precisou pesquisar e estudar sobre todos os costumes da época e para isso leu muito a Bíblia Sagrada. “Eu li muito a Bíblia, pesquisei bastante em vários livros. É uma história forte e viva, eu me peguei chorando várias vezes enquanto escrevia”.
Vivian explicou que deu destaque para o romantismo que aparece em muitos dos episódios que foram gravados. Ela também resolveu pontuar pontos polêmicos da vida de Davi, fatos que podem prender a atenção dos telespectadores.
No papel principal estará o ator Leonardo Brício que foi escolhido por ser um profissional jovem que também pode ser envelhecido para falar sobre a fase de Davi já idoso.  “Tivemos que nos concentrar em escolher um Davi que possa parecer jovem e que depois vá envelhecendo com a ajuda da maquiagem. Eu fiz questão de participar da escolha de cada ator”.
Vivian também foi a autora da minissérie a “História de Ester” que fez muito sucesso na Record, da mesma forma ela usou uma linguagem mais atual para que todos os telespectadores possam entender a história. Ela também fez o convite para que todos assistam à minissérie. “Vale muito à pena assistir, não apenas pelo lado da fé, mas porque na Bíblia há boas histórias que merecem ser contadas. Apesar de ser um tempo distante do nosso, eles passavam pelas mesmas situações que nós: havia ciúme, inveja, amor”.
Com informações Arca Universal

domingo, 8 de janeiro de 2012

Globo insere evangélicas na nova edição do Big Brother. Conheça Jakeline Leal e Kelly Medeiros

Globo insere evangélicas na nova edição do Big Brother. Conheça Jakeline Leal e Kelly Medeiros
A nova edição do reality show da TV Globo contará com duas integrantes evangélicas: Jakeline Leal e Kelly Medeiros. A segunda inclusive, já foi dançarina da banda “Aviões do Forró”.
A mineira Kelly Medeiros, que atualmente trabalha como secretária executiva de uma empresa multinacional, já participou do Concurso Fitness Brasil e dançou com a banda “Aviões do Forró”. A passagem de Kelly pela banda foi interrompida devido a um problema de saúde do pai. “Ela é bem ligada a Deus. É evangélica e frequenta os cultos na Igreja. Ela dançou no Aviões do Forró, mas, teve que sair do grupo para cuidar do pai que ficou doente. O pai faleceu, e ela não conseguiu voltar para a banda e resolveu ir para São Paulo tentar a vida”, contou a amiga Millian ao site Ego.
Millian conta que essa não foi a primeira vez que Kelly tentou entrar no Big Brother Brasil: “Ela já havia tentado três vezes e tinha desistido, aí o irmão mais novo dela, que mora em Minas Gerais, pediu para ela se inscrever novamente. Ela atendeu o pedido e acabou chamada para o programa”. Kelly entrará para o confinamento do programa com um namorado do lado de fora da casa, segundo a amiga: “O namorado dela é paulista e o nome dele é Fernando Davi. Kelly é viciada em academia e é muito engraçada, espontânea e tenho certeza que vai fazer todo mundo dar risada”, afirmou.
A outra participante evangélica é a baiana Jakeline Leal, de Feira de Santana. Estudante de Zootecnia, tem 22 anos e estuda no Instituto Federal Baiano e se formará em 2016. “Ela é muito divertida, dinâmica, anima a galera e vai fazer muito sucesso. Ela é comportada, sim, por causa de sua religião, mas isso não tem nada a ver com o seu humor. Ela vai demonstrar isso logo no primeiro dia. Ela é muito louca”, contou a amiga Daniele Moraes, que afirmou que apesar de evangélica, Jakeline não tem nada de quietinha.
Apesar da intimidade, Daniele afirma que a amiga Jakelina nunca havia comentado sobre seu desejo de fazer parte do reality show, e que ficou surpresa com a notícia: “Quando me ligaram para falar, não acreditei. Mas ela vai fazer muito sucesso lá dentro”, acredita a amiga.
No Facebook, a última postagem da participante é da terça-feira, 03/01, quando escreveu:”Estou feliz para burro”. Ela também agradeceu a Deus pela oportunidade na página da rede social.
Fonte: Gospel+

“Gentileza gera Gentileza”: conheça a história do famoso profeta carioca que pregava o amor de Deus nas colunas dos viadutos

“Gentileza gera Gentileza”: conheça a história do famoso profeta carioca que pregava o amor de Deus nas colunas dos viadutos
O Rio de Janeiro possui em sua história um homem que ficou conhecido como Profeta Gentileza. Um de seus bordões mais famosos era “gentileza gera gentileza”.
José Datrino, nascido no interior de São Paulo, na cidade de Cafelândia em 1917, tornou-se conhecido na Cidade Maravilhosa ao ajudar vítimas de um incêndio no Gran Circus Norte Americano, em 1961, quando morreram mais de 500 pessoas. Datrino foi ao local do incêndio e passou a plantar hortaliças no local onde haviam cinzas do antigo circo.
A habilidade com a lavoura vem da infância pobre no interior, onde também aprendeu a amansar burros. Nessa época, Datrino dizia que quando crescesse, constituiria família e criaria seus filhos, mas depois os abandonaria para seguir em uma missão.
Anos depois, o Profeta Gentileza cumpriu o que havia prometido, e se dizia “amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento”.
Em 1980, Datrino passou a circular pela cidade do Rio de Janeiro com uma longa barba e uma túnica branca, morando embaixo de pontes e viadutos da cidade. Em 1992, durante a Eco-92, o já conhecido Profeta Gentileza se colocava estrategicamente no trajeto que as autoridades faziam para chegar à conferência e gritava pedindo que cada líder ajudasse a espalhar a gentileza pela Terra.
Uma de suas obras foram as pilastras do Viaduto do Caju, onde em cada uma delas, Gentileza escreveu mensagens em verde e amarelo, com sua visão de mundo e com mensagens baseadas em seu lema, gentileza, e recheadas de amor e esperança. Quando era tachado de louco, Gentileza respondia: “Sou maluco para te amar e louco para te salvar”.
Datrino, ou Gentileza, definia sua crença de forma simples e objetiva: “Deus é ‘Gentileza’ porque é Beleza, Perfeição, Bondade, Riqueza, a Natureza, nosso Pai Criador”.
Foi homenageado em vida pelos cantores Gonzaguinha, nos anos 1980, e Marisa Monte, nos anos 1990. Após sua morte, em 1996 no cidade de seus familiares no interior paulista, Gentileza foi tema de samba-enredo da Acadêmicos do Grande Rio, e em 2009, foi interpretado por Paulo José na novela Caminho das Índias.
Fonte: Gospel+

Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas


O padre Luiz Augusto, que reunia milhares de pessoas, foi afastado sem explicação oficial

Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas
Em um país que já se acostumou a ver padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo atraírem multidões é de se estranhar que o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51, da paróquia Sagrada Família em Goiânia seja punido por ser popular.
Chamado de “evangelizador das multidões”, em sua igreja recolhia mensalmente cerca de R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás). Além das missas concorridas, o padre liderava projetos sociais que faziam distribuição de cestas básicas, acolhi moradores de rua e ajudava dependentes químicos com parte da arrecadação. Padre Luiz levava alimentos, brinquedos e celebrava missas para as pessoas que moram em meio ao lixo depositado diariamente no aterro sanitário de Aparecida de Goiânia.
Depois de 15 anos na Sagrada Família, Luiz Augusto, teve de restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido de paróquia duas vezes por ordem de dom Washington Cruz, arcebispo de Goiânia, está agora proibido de celebrar missas para o público e de participar de programas de rádio e de TV.
Segundo a reportagem da revista ISATOÉ desta semana, não há um motivo claro para essa decisão.  “Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, disse à revista a odontopediatra Soraya Sebba Chater.
Ela conta que foi criada uma comunidade virtual de apoio ao padre e uma passeata em favor do padre com seis mil fiéis, além de um abaixo-assinado apoiado por cinco mil pessoas pedindo a permanência do pároco na Sagrada Família.
Entre os insatisfeitos está  Maria Dulce Loyola Teixeira, 60, que relata a indignação dos fiéis em um blog. Ela disse: “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”.
Ainda segundo a  revista, um dos motivos para a censura é a liturgia empregada pelo sacerdote, pois ele usa a Bíblia e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias. No site A Redação,a leitora Jessika Vitória, que afirma conhecer o padre e seu trabalho, deixou o seguinte comentário “Só porque ele não usava folheto na missa e fazia uso da Bíblia era perseguido”.
Um sacerdote funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, declarou: “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”
Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto  está passando por um processo de “correção da postura pastoral”, que incluem aconselhamentos com o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello.
Em sua defesa, o padre afirma apenas que “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado… Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar… Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”.
Com informações A Redação e Isto É

Música gospel expande em diversidade de estilos


Muitos estilos novos estão entrando no mercado gospel, depois que o rock e o rap quebraram barreiras agora é a vez dos representantes do forró, funk e soul criarem seus espaços para mostrar que todos os ritmos podem adorar ao Senhor.
Quem esta produzindo um ritmo marcante que tem conquistado evangélicos e não evangélicos ao redor do país é o cantor Thalles Roberto, usando uma mistura de pop, funk e soul e tem feito muito sucesso com os CDs que lançou pela Graça Music.
Thalles que é um músico consagrado que fez parte da banda Jota Quest, uma das mais animadas do cenário secular. Assim que voltou aos caminhos do Senhor começou a usar sua musicalidade para adoração e hoje é um referencial no segmento.
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Quem também tem chamado a atenção por sua musicalidade atípica no meio é Adriano Lima, mas conhecido como Adriano Gospel Funk, esse cantor tem conquistado os jovens ao trocar as letras proibidas para menores de 18 anos dos funks cariocas por mensagens alegres que falam sobre Deus.
Apesar do preconceito Adriano tem recebido destaque e assim como Thalles está conquistando seu espaço e formando discípulos, pois muitos DJs evangélicos passaram a fazer remix de canções congregacionais misturando com o funk para animar festas e shows de igrejas.
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Outro ritmo que tem conquistado seu espaço na música gospel é o forró. Esse ritmo tão brasileiro agora ganhou letras de adoração e evangelismo e através do Ministério Xote Santo, de Brasília (DF) tem levado a mensagem de Jesus para todos os cantos do Brasil. O ministério existe há dez anos e não enfrenta tanto preconceito como os ritmos já citados, segundo a assessora do grupo, Lia Dantas.
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Com informações CREIO

Pastor compara capa do CD Aliança de André Valadão à bandeira gay


Será que o cantor não conhece a simbologia da aludida bandeira?, questiona Ciro Zibordi em seu blog

Pastor compara capa do CD Aliança de André Valadão à bandeira gay
O pastor Ciro Sanches Zibordi escreveu um texto em seu blog comparando a capa do CD Aliança do cantor André Valadão com a bandeira do movimento gay e com o próprio símbolo da Globo. Em sua crítica o pastor condena a aproximação dos evangélicos com a emissora carioca e com o ecumenismo pregado por ela.
“Recentemente, um famoso cantor ‘glospel’ (…) lançou um CD com um título bastante sugestivo, o qual traz as cores da bandeira arco-íris (composta de seis barras horizontais, que celebram a  “diversidade” e simbolizam as minorias sexuais). Essa bandeira é usada em várias partes do mundo. No Brasil, ela aparece no logotipo da Rede Globo e é reconhecida como símbolo do movimento LGBT”, escreve Zibordi.
O pastor também questiona se o cantor não sabia que o arco-íris escolhido para ser o tema de seu novo CD é o tema que simboliza o movimento gay. Mas sobre esse assunto o cantor André Valadão já havia se adiantado e esclarecido que colocou o arco-íris como tema de seu novo álbum para resgatar o símbolo que representa a aliança de Deus com os homens.
Mas não é só o tema colorido do encarte do CD do irmão de Ana Paula Valadão que incomodou o pastor Ciro Zibordi, o fato dos cantores evangélicos aceitarem as investidas da Rede Globo também gerou críticas, pois ele acredita que o “Evangelho deve ser comunicado da maneira que as pessoas precisam, e não da forma como desejam”.
“Sigo um Evangelho confrontador, protestante, que brada: ‘Jesus é a única porta, o único caminho para a salvação. Em nenhum outro nome há salvação’”, escreve ele que não concorda com as aparições dos cantores em programas como o Caldeirão do Huck, Esquenta e a polêmica participação de duas evangélicas da próxima edição do Big Brother Brasil.
Leia o texto na íntegra aqui.